CORONAVÍRUS
COVID-19

Sobre o levantamento progressivo das medidas de contenção motivadas pela pandemia COVID-19 

Tendo em consideração a “Recomendação e esclarecimento às instituições científicas e de ensino superior: Elaboração de planos para levantamento progressivo das medidas de contenção motivadas pela pandemia COVID-19”, emitida pelo Gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (17/04/2020),

I. A Direção da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, em conjugação com a Direção do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa estabelece, no respeito pelas normas de segurança recomendadas pelas autoridades de saúde, as seguintes orientações para a utilização dos seus espaços e funcionamento das suas atividades:

1 – Acesso e utilização do edifício

a. Obrigatoriedade de uso de máscara no acesso às instalações e desinfeção de mãos à entrada com solução desinfetante;
b. Obrigatoriedade do uso de máscara em espaços fechados partilhados por várias pessoas;
c. Sempre que as condições meteorológicas o permitam, permanência de janelas abertas, nas zonas de trabalho e de atendimento ao público, de modo a garantir uma adequada circulação do ar;
d. Observação estrita das normas de distanciamento social recomendadas pelas autoridades de saúde;
e. Aplicação das medidas de segurança e proteção consagradas nos Planos de Contingência de cada uma das instituições, designadamente quanto à limpeza e desinfeção diária, ao recurso a sala de isolamento e aos procedimentos a adotar em caso suspeito;
f. Preparar a reabertura gradual e prudente do Edifício para permitir a retoma de atividades de investigação nos laboratórios que não possam ser adiadas, revestidas dos maiores cuidados de proteção dos investigadores e dos participantes. 

2 – Funcionamento dos serviços administrativos e técnicos

a. Manter, preferencialmente, em regime de teletrabalho os colaboradores dos serviços técnico e administrativos;
b. Realizar o atendimento ao público, preferencialmente, por email e telefone, podendo, se necessário, ser agendado um atendimento presencial; 
c. Manter encerrado o espaço da biblioteca, garantindo, não obstante, a alunos, docentes e investigadores, a requisição de obras através de email e respetivo levantamento, em horário a combinar;
d. Retomar gradualmente a atividade presencial dos serviços técnicos e administrativos, segundo plano a definir para cada setor, com salvaguarda das condições de saúde dos colaboradores e dos utilizadores;
e. Assegurar o fornecimento de equipamento de proteção e higiene aos trabalhadores que realizem atividades laborais em regime presencial, designadamente, máscaras para uso diário, recipiente com líquido desinfetante juntos aos postos de trabalho, viseiras para atividades de atendimento presencial. 

II. Relativamente às atividades académicas, a Direção da Faculdade de Psicologia estabelece os seguintes termos de funcionamento:

a. Manter o calendário letivo em vigor, podendo ser feitas pequenas alterações quando devidamente justificadas;
b. Dar conclusão às atividades de ensino e de avaliação dos cursos de graduação e de pós-graduação com recurso a meios à distância, nomeadamente recorrendo a plataformas seguras e fidedignas, dando cumprimentos aos planos de trabalho delineados em cada unidade;
c. Dar continuidade à realização das reuniões de júris dos concursos no âmbito das carreiras docentes do ensino superior, assim como das reuniões de júri de mestrado e doutoramento, e respetivas provas públicas, mediante a utilização de meios telemáticos;
d. Dar início à preparação do ano letivo de 2020/2021, tendo presente o contexto de evolução da situação em Portugal. 

Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, 30 de abril de 2020

Luís Curral
Director

Plano de Contingência

Considerando o atual estado de emergência de Saúde Pública, declarado pela Organização Mundial de Saúde, e atendendo às mais recentes evoluções da propagação da infeção por doença respiratória causada pelo agente Coronavírus SARS-CoV-2, agente causal da COVID-19, denominado doravante COVID-19, tendo como linhas orientadoras as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Direção Geral de Saúde (DGS), a Universidade de Lisboa definiu e aprovou as linhas gerais do seu Plano de Contingência Interno para o COVID-19.

O presente documento está assim, em consonância com as diretivas do Sistema Nacional de Saúde (SNS) para a infeção humana pelo Coronavírus COVID-19 e define o nível de resposta e de ação da Universidade de Lisboa para minimizar os riscos de transmissão do agente patogénico perante uma situação de eventuais casos de doença.

O presente Plano de Contingência é aplicável a toda a Universidade, com as necessárias adaptações, podendo as Escolas que assim o entenderem aprovar o seu próprio Plano de Contingência e será densificado no que respeita a algumas instalações específicas da Universidade.

A elaboração do Plano tem por base os seguintes pressupostos:
1) Assegurar o funcionamento normal de todas as atividades na Universidade;
2) Assegurar, os serviços mínimos na Universidade, caso se venha a verificar essa necessidade;
3) No limite ponderar o encerramento de Serviços ou Escolas da Universidade.

Como medida de contenção da propagação do COVID-19, o Reitor da Universidade emitiu já orientações a toda a sua comunidade académica em comunicado enviado a 03/03/2020, as quais são atualizadas no presente documento e à medida que a situação evolua.

São adotadas as seguintes medidas:

  • O cancelamento ou o adiamento das deslocações, em especial às regiões onde exista transmissão ativa do COVID-19 na comunidade, sendo dada prioridade à utilização de meios de trabalho à distância. A lista dos países onde se verifica transmissão ativa do novo coronavírus é objeto de atualização diária no site da DGS (https://www.dgs.pt/corona-virus);
  • A não realização de reuniões presenciais científicas ou outras, sempre que possível, que, pelo envolvimento de intervenientes internacionais ou pela elevada acumulação de participantes possam constituir risco de focos de transmissão.
  • O adiamento de congressos internacionais, sempre que possível, previstos para a ULisboa e o cancelamento da participação de membros da comunidade da ULisboa em reuniões similares;
  • Os membros da comunidade e visitantes da ULisboa que tenham estado em locais onde se verifica transmissão ativa do novo coronavírus devem respeitar um período de quarentena de 14 dias e:

    – Estar atentos ao aparecimento defebre, tosse ou dificuldade respiratória;

    – Verificar se alguma das pessoascom quem conviveu de perto desenvolveu sintomas (febre, tosse ou dificuldade respiratória);

    – Caso apareça algum dos sintomas referidos (no próprio ou nos seus conviventes), não se deslocar de imediato aos serviços de saúde, mas ligar para a linha saúde 24 (808 24 24 24), seguir as orientações que lhe forem transmitidas e informar a direção da sua Escola, SCUL ou SAS, consoante o caso.

    – No início do período de quarentena devem informar a sua situação na Escola ou Serviço.

Nos pontos de entrada dos edifícios, junto aos vigilantes, ou nos Locais de atendimento ao público, designadamente Serviços Académicos, Tesouraria,Expediente, e nos demais locais de maior fluxo de alunos, visitantes, fornecedores, estará disponível produto de higienização antissético para mãos.

Todos os elementos da comunidade da ULisboa devem seguir recomendações no que diz respeitos aos cuidados de higiene:

a) Cumprir com os procedimentos básicos de higienização das mãos (lavar as mãos com água e sabão, esfregando-as bem durante pelo menos 20 segundos, cobrindo todas as superfícies das mãos e esfregando-as até ficarem secas; sabão e água devem ser usados, preferencialmente, antes e após a preparação de alimentos, antes das refeições, após o uso da casa de banho e sempre que as mãos estejam sujas);
b) Sempre que qualquer pessoa tenha necessidade de espirrar ou de tossir, deverá cumprir os procedimentos de etiqueta respiratória evitando tossir ou espirrar para as mãos, tossindo e/ou espirrando para o antebraço ou manga, com o antebraço fletido ou usar lenço de papel e higienizar as mãos;
c) Usar, em alternativa, para higiene das mãos uma solução à base de álcool;
d) Usar lenços de papel de utilização única para se assoar;
e) Deitar os lenços usados num caixote do lixo, lavando as mãos de seguida;
f) Evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca com as mãos sujas ou contaminadas com secreções respiratórias.;
g) Deverão ser implementadas práticas de conduta social, evitando apertos de mão e contactos próximos com pessoas que apresentem sinais de infeção respiratórias.

Os piquetes de limpeza deverão realizar duas vezes por dia, durante o horário de expediente as seguintes tarefas:
– Limpeza dos puxadores de portas e janelas, balcões, zonas de espera das Unidades com atendimento ao público.
– Limpeza dos balcões das portarias/receções dos edifícios.
– Limpeza das mesas e computadores, (monitores, teclados, ratos) das salas de estudo e Biblioteca.
– Abertura das janelas das instalações sanitárias para promover a ventilação natural.
– Limpeza dos corrimãos das escadas.
– Limpeza do teclado das caixas de Multibanco, do terminal de registo de assiduidade e do controlo de acessos dentro do edifício.
– Limpeza dos botões de chamada e botões interiores dos elevadores.

Para a realização destas tarefas deverá ser considerado o seguinte:
– A limpeza deverá ser efetuada utilizando luvas, nomeadamente na remoção do lixo.
– A limpeza das maçanetas e puxadores deverá ser realizada tanto no interior do espaço como no exterior.
– Os panos de limpeza deverão ser lavados com frequência.
– As instalações sanitárias deverão ser limpas de acordo com os procedimentos em vigor para estas instalações e que englobam a desinfeção destes locais.

Nota: Na medida do possível devem ser disponibilizadas folhas de registos nos locais de passagem que deverão ser assinadas pelas funcionárias que executam estas tarefas, com a indicação de data e hora.

Como identificar se é ou não um caso suspeito?
 Febre alta confirmada (≥ 38o)
 Tosse
 Dor de garganta
 Dores musculares
 Dores articulares
 Dores de cabeça
 Dificuldades respiratórias
 Náuseas, vómitos, e ou diarreia
 Verificar se alguma das pessoas com quem conviveu de perto desenvolveu
sintomas como febre, tosse ou dificuldade respiratória.

O que fazer?
Qualquer membro da Comunidade Académica da ULisboa com sinais e sintomas de COVID-19 e ligação epidemiológica, ou que identifiquem um membro da Comunidade Académica com critérios compatíveis com a definição de caso suspeito, devem informar os responsáveis pelo Plano de Contingência, por telefone e depois dirigir-se para a sala de “isolamento“.

Sala de isolamento
Dentro da sala encontrará um kit de proteção individual com máscara e luvas descartáveis, termómetro, solução antissética para desinfeção, garrafas de água e comprimidos de PARACETAMOL.
Uma vez chegado a Sala de Isolamento, o procedimento a adotar é o seguinte:
 O doente deverá seguir as instruções que estão disponíveis:
 Verificar a Temperatura e, caso se confirme a febre, se assim o entender, tomar
comprimidos de PARACETAMOL.
 Deve usar as luvas e a máscara, verificando se a mesma se encontra bem
ajustada (ajustar a máscara à face, de modo a permitir a oclusão completa do nariz, boca e áreas laterais da face). Sempre que a máscara estiver húmida deverá ser substituída por outra.
 Sempre que substituir as luvas, máscaras e outros materiais que possam estar contaminados (lenços de papel descartáveis, toalhetes) deve depositá-las dentro de contentor de lixo com pedal existente no interior da sala. O contentor estará devidamente forrado com saco de cor branca e identificado;
 Na sala existe um telefone com ligação externa para que a pessoa em isolamento possa entrar em contacto de imediato com a Linha Saúde 24 – 808 24 24 24 dando conta do seu estado de saúde. O profissional de saúde do SNS 24 questionará o doente quanto a sinais e sintomas e ligação
epidemiológica compatíveis com um caso suspeito de COVID-19.
 O contacto entre a pessoa em isolamento e os responsáveis pelo Plano de
Contingência deverá ser efetuado por via telefónica.

Após a avaliação, o SNS 24 informará o doente:
Se não se tratar de caso suspeito de COVID-19: definirá os procedimentos
adequados à situação clínica do doente.
Se se tratar de caso suspeito de COVID-19: o SNS contactará a Linha de Apoio ao Médico (LAM), da Direção Geral da Saúde, para validação da suspeição. Desta validação o resultado poderá ser:
 Caso suspeito Não Validado, este fica encerrado para o COVID-19. O SNS 24 definirá os procedimentos habituais e adequados à situação clínica do doente. O doente informará os Responsáveis pelo Plano de Contingência da não validação, e este último deverá informar a administração;
 Caso suspeito Validado, a DGS ativa o INEM e a Autoridade de Saúde Regional, iniciando-se a investigação epidemiológica e a gestão dos contactos. Neste caso, o doente deverá permanecer na área de “isolamento” (com máscara, desde que a sua condição o permita), até à chegada da equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), ativada pela DGS, que assegurará o transporte para o Hospital de referência, onde serão colhidas as amostras biológicas para testes laboratoriais. Enquanto aguarda a chegada dos meios externos de emergência médica ou orientações da Saúde 24, deverá permanecer dentro da sala, evitando qualquer contacto com colegas ou outros, mantendo a porta fechada, evitando as deslocações dentro das instalações do edifício. O acesso a esta sala por qualquer outra pessoa ficará interditado.

A DGS informará a Autoridade de Saúde Regional dos resultados laboratoriais, que por sua vez informará a Autoridade de Saúde Local.
A Autoridade de Saúde Local informará o Reitor dos resultados dos testes laboratoriais e:
– Se o caso for Infirmado, este fica encerrado para o COVID-19, sendo aplicados os procedimentos habituais em caso de doença, incluindo a limpeza e desinfeção, sendo neste caso, desativadas as medidas do Plano de Contingência.
– Se o caso for Confirmado, deverá a Equipa do Plano de Contingência providenciar a limpeza e desinfeção (descontaminação) da área de “isolamento”. Caso não venham a ser definidas outras orientações pela DGS, a área de isolamento deverá ficar interdita até à validação da descontaminação (limpeza e desinfeção) pela Autoridade de Saúde Local, cabendo à Autoridade de Saúde Local, comunicar à DGS informações sobre as medidas implementadas nas Instalações/edifício, e sobre o estado de saúde dos contactos próximos do doente.

Sempre que seja dada a indicação para que se proceda à higienização de um espaço, devido à presença de presumível infetado com COVID-19, o piquete de limpeza deverá deslocar-se ao local e realizar as seguintes tarefas:
– Proceder à abertura das janelas no local, fechando a porta (sempre que possível) para promover a ventilação natural.
– Proceder à limpeza geral do espaço, incluindo as maçanetas e puxadores das portas e janelas, as mesas, os computadores (monitores, teclados, ratos), caso existam, etc.
– Trocar o saco do caixote do lixo.
– Proceder à lavagem do chão.
– Sempre que o alerta de possível infeção for dado fora do período de expediente, o vigilante de serviço deverá registar em ficha própria a ocorrência e proceder à afixação de aviso na porta do local de trabalho:
‘POR FAVOR NÃO ENTRE, AGUARDE PIQUETE DE LIMPEZA’

Para a realização destas tarefas deverá ser considerado o seguinte:
– A limpeza deverá ser efetuada utilizando luvas, máscara de proteção e bata descartável.
– O pano de limpeza utilizado destina-se apenas a este procedimento.
– Para esta limpeza será utilizado o líquido desinfetante.

Depois do doente abandonar a Sala de Isolamento, a limpeza deverá ser feita do seguinte modo:
– Proceder à abertura das janelas no local, fechando a porta para promover a ventilação natural.
– Proceder à limpeza de todo o mobiliário existente, nomeadamente cadeira, telefone e restantes superfícies.
– Substituir o saco do caixote do lixo. Armazenar os resíduos do Caso confirmado em saco plástico de cor branco (com espessura de 50 a 70 micron) que, após ser devidamente fechado (ex: com abraçadeira), deve ser depositado em contentor do grupo III (risco biológico) e encaminhado para destino final adequado por operador licenciado para a gestão de Resíduos Hospitalares Perigosos.
– Proceder à lavagem do chão.

Para a realização destas tarefas deverá ser considerado o seguinte:
– A limpeza deverá ser efetuada utilizando luvas, máscara de proteção e bata descartável.
– O pano de limpeza utilizado destina-se apenas a este procedimento.
– Para esta limpeza será utilizado o líquido desinfetante.

Não obstante a aplicação das normas entretanto propostas pela Direcção-Geral da Saúde, considera-se que, a partir do momento em que ocorram casos notificados com COVID-19, será necessário equacionar as seguintes medidas:
– O responsável pelo Plano dará indicação para aqueles que se encontrem a desempenhar funções com maior risco de contágio passem a utilizar máscaras.
– Poderá ser dada indicação para que sejam aplicadas as medidas de desinfeção das mãos à entrada dos edifícios.
– Poderão ser dadas indicações no sentido de nos postos de trabalho em que isso seja possível, as funções e tarefas associadas sejam executadas através de teletrabalho.

Dependendo da evolução da situação, poderão ser dadas indicações para a suspensão de todas as atividades não essenciais ao funcionamento da Universidade, como forma de diminuir os riscos de contágio.
No limite, poderão ser dadas indicações para o encerramento da Escola ou Serviço por um período a determinar.

Considera-se “contacto próximo“, um membro da Comunidade Académica da ULisboa que não apresenta sintomas no momento, mas que teve ou pode ter tido contacto com um caso confirmado de COVID-19. O tipo de exposição do contacto próximo determinará o tipo de vigilância.
O contacto próximo com caso confirmado de COVID-19 pode ser de:

Alto risco de exposição, e é definido como:
o Colega que partilhe gabinete, sala, seção ou área até 2 metros do caso confirmado;
o Membro da Comunidade Académica ou outro que tenha estado face-a- face com o caso confirmado ou que esteve com este em espaço fechado;
o Colega que tenha partilhado com o Caso confirmado loiça (pratos, copos, talheres), toalhas ou outros objetos ou equipamentos (telefones, impressoras) que possam estar contaminados com gotículas respiratórias.

Baixo risco de exposição, e é definido como:
o Membro da Comunidade Académica da ULisboa que teve contacto esporádico (momentâneo) com o Caso confirmado (ex. cumprimento em movimento/circulação);
o Membro da Comunidade Académica da ULisboa que prestou assistência ao Caso Confirmado, desde que tenha seguido as medidas de prevenção (ex. utilização adequada de máscara e luvas, etiqueta respiratória, higiene das mãos).

O período de incubação estimado da COVID-19 é de 2 a 12 dias. Como medida de precaução, a vigilância ativa dos contactos próximos decorre durante 14 dias desde a data da última exposição.
A vigilância de contactos próximos com “Alto risco de exposição” implica:
– Monitorização ativa pela Autoridade de Saúde Local durante 14 dias desde a última exposição;
– Não se deslocar à Universidade de Lisboa nesses 14 dias;
– Realizar a autovigilância diariamente dos sintomas da COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar;
– Restringir o contacto social ao indispensável;
– Não viajar;
– Estar contactável para monitorização ativa durante os 14 dias desde a data da última exposição.

A vigilância de contactos próximos com “Baixo risco de exposição” implica:
– Realizar a autovigilância diariamente dos sintomas da COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar;
Se nenhum sintoma surgir nos 14 dias decorrentes da última exposição, a situação fica encerrada para efeitos de prevenção e combate ao COVID-19.

Para os SCUL e SAS, o Responsável do Plano de Contingência perante as entidades competentes é o Reitor da ULisboa, com a responsabilidade pela manutenção dos procedimentos definidos no Plano de Contingência para o COVID-19, bem como, pelo acompanhamento das recomendações da DGS e demais instruções aplicáveis à Administração Pública em geral, ou às Instituições de Ensino Superior Publico.
Nas Escolas será Responsável do Plano de Contingência o respetivo Diretor ou Presidente.
Para a concretização das medidas implementadas neste Plano de Contingência, o Responsável do Plano estabelece a organização necessária, nomeando assim a equipa que ficará responsável por assegurar o Plano de ação delineado.
O Responsável do Plano de Contingência informará os restantes membros da Comunidade Académica da ULisboa sobre a existência de caso suspeito validado, a aguardar resultados de testes laboratoriais, mediante os procedimentos de comunicação estabelecidos.

O responsável pelo Plano de Contingência definirá uma Equipa. São responsabilidade da Equipa do Plano de Contingência:
a) Assegurarquesejaprestadaaassistênciaadequadaaqualquercasosuspeito que ocorra dentro das instalações;
b) AssegurarocumprimentodasmedidasidentificadasnoPlanodeContingência;
c) Colaborar com a Autoridade de Saúde Local na identificação dos contactos próximos do doente;
d) Prestar informação à Direção/Administração de qualquer situação ocorrida dentro das instalações relacionada com o COVID-19;
e) Manter atualizado o Plano de Contingência sempre que existam novas orientações internas ou externas;
f) Assegurar que o contacto entre a pessoa em isolamento seja efetuado por via telefónica, para assegurar que seja prestada a assistência adequada ao membro da Comunidade Académica até à saída da área de “isolamento”;
g) Caso seja necessário acompanhar ou prestar assistência à pessoa doente deve ser assegurada sempre a utilização de máscara e luvas descartáveis, para além do cumprimento das precauções básicas de controlo de infeção quanto à higiene das mãos, após contacto com o doente.

Sem prejuízo das Medidas de Contingência descritas no presente Plano, é aconselhada a leitura das Orientações emitidas pela Direção Geral de Saúde (DGS), anexas ao mesmo e disponíveis em:
https://www.dgs.pt/corona-virus/documentos/orientacoes.aspx

Lisboa, 05 de março de 2020
António Serra Reitor

– As portas principais de entrada e circulação no edifício da FP e do IE permanecerão abertas, tornando desnecessário o contacto físico com quem se dirige ou circula no edifício.
– Fica suspenso o atendimento ao público presencial na Divisão Académica. O atendimento passará a ser feito exclusivamente por correio eletrónico, através dos endereços de email: sacademicosfp@psicologia.ulisboa.pt e sacademicosie@ie.ulisboa.pt. Em casos excecionais, a Divisão Académica avaliará a necessidade de outro tipo de atendimento.
– Os membros da comunidade e visitantes em quarentena, por terem estado em locais onde se verifica transmissão ativa do COVID-19, ou por apresentarem sintomas que os tornam casos suspeitos, devem comunicar esse facto por email ao Núcleo de Gestão de Recursos Humanos (recursoshumanosFP@psicologia.ulisboa.pt; recursoshumanosIE@ie.ulisboa.pt).
– Qualquer membro da comunidade ou visitante da ULisboa com sinais e sintomas de COVID-19 e ligação epidemiológica, ou que identifiquem um membro da Comunidade Académica com critérios compatíveis com a definição de caso suspeito, devem informar os responsáveis pelo Plano de Contingência, por telefone (13658 / 13792 / 13785);
– A sala de isolamento no edifício do IE e da FP é a sala 16, com utilização, em caso de necessidade, da casa de banho mais próxima, devidamente sinalizada, cuja chave se encontra dentro da sala 16, devidamente identificada.
– A Equipa do Plano de Contingência é constituída pelos seguintes colaboradores, que, em caso de necessidade, devem ser contactados pela ordem abaixo apresentada:

– Eng.o António Júlio Fornelos – Ext. 13658
– Dr. João Costa – Ext. 13792
– Dra. Telma Vargas – Ext. 13785

– As portas principais de entrada e circulação no edifício da FP e do IE permanecerão abertas, tornando desnecessário o contacto físico com quem se dirige ou circula no edifício.
– Fica suspenso o atendimento ao público presencial na Divisão Académica. O atendimento passará a ser feito exclusivamente por correio eletrónico, através dos endereços de email: sacademicosfp@psicologia.ulisboa.pt e sacademicosie@ie.ulisboa.pt. Em casos excecionais, a Divisão Académica avaliará a necessidade de outro tipo de atendimento.
– Os membros da comunidade e visitantes em quarentena, por terem estado em locais onde se verifica transmissão ativa do COVID-19, ou por apresentarem sintomas que os tornam casos suspeitos, devem comunicar esse facto por email ao Núcleo de Gestão de Recursos Humanos (recursoshumanosFP@psicologia.ulisboa.pt; recursoshumanosIE@ie.ulisboa.pt).
– Qualquer membro da comunidade ou visitante da ULisboa com sinais e sintomas de COVID-19 e ligação epidemiológica, ou que identifiquem um membro da Comunidade Académica com critérios compatíveis com a definição de caso suspeito, devem informar os responsáveis pelo Plano de Contingência, por telefone (13658 / 13792 / 13785);
– A sala de isolamento no edifício do IE e da FP é a sala 16, com utilização, em caso de necessidade, da casa de banho mais próxima, devidamente sinalizada, cuja chave se encontra dentro da sala 16, devidamente identificada.
– A Equipa do Plano de Contingência é constituída pelos seguintes colaboradores, que, em caso de necessidade, devem ser contactados pela ordem abaixo apresentada:

– Eng.o António Júlio Fornelos – Ext. 13658
– Dr. João Costa – Ext. 13792
– Dra. Telma Vargas – Ext. 13785