Biblioteca2026-06-22T11:54:14+01:00

Biblioteca

BEM-VINDO À BIBLIOTECA

A biblioteca apoia a aprendizagem e a investigação através dos seus espaços, serviços prestados e recursos disponíveis (impressos, digitais e audiovisuais).

É importante conhecer como se organiza, para tornar mais eficaz o seu contributo no sucesso académico e profissional.
A biblioteca reúne um importante acervo nas áreas da Psicologia e da Educação, quer impresso quer digital. Constituída desde 12 de abril de 1991, esta biblioteca tem vindo a incorporar importantes espólios institucionais e pessoais, dos quais se destacam as coleções dos extintos Centro de Investigação Pedagógica da Fundação Calouste Gulbenkian, Centro de Investigação em Educação e núcleo do Departamento de Educação, ambos da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Instituto de Orientação Profissional, bem como coleções particulares do Professor Pina Prata e Professor Ferreira Marques, ambos protagonistas na fundação da Faculdade de Psicologia.
É regularmente atualizada com grandes coleções de publicações periódicas digitais, nacionais e internacionais, nas áreas da psicologia e da educação, a que se acrescenta o acesso on-line à produção científica e académica presente no repositório institucional, bem como ebooks e outros documentos, nomeadamente a nossa newsletter.

Serviços

Pesquisa On-line

Leitura do mês

Mostra Bibliográfica mensal

Serviços

A utilização dos gabinetes implica registo como leitor e a sua reserva efetua-se no balcão de atendimento.
A ocupação:

  • mínimo de 2 pessoas e um máximo de 5;
  • até 2 horas.

No ato de requisição será solicitado um cartão de identificação que será devolvido a quando da devolução da chave.

A biblioteca empresta câmaras de vídeo e gravadores, estando esse empréstimo sujeito a validação por parte de um docente, que deverá enviar um email à biblioteca indicando o nome do utilizador, o material a requisitar e o fim a que se destina.
A devolução do material – após 8 dias – obedece a duas regras: a bateria deve vir completamente carregada e sem qualquer registo de gravação. No caso em que os equipamentos necessitam de pilhas, as mesmas ficam a cargo do utilizador, tal como é da sua responsabilidade qualquer reparação ou substituição, em caso de perda ou dano.

Sabias que a biblioteca
tem um grupo de leitura regular?

Duas de Letra
Está aberto a alunos, docentes, não docentes e investigadores. Em torno de um livro de ficção debatem-se ideias e exercita-se o espírito crítico e a socialização em volta da leitura. Realiza-se uma vez por mês, na biblioteca. Para mais informações e inscrição, contactar via email.

FAQS

O que fazer para consultar livros ou revistas?2019-10-17T12:46:50+01:00

A consulta é livre, basta retirar da estante o livro ou revista de que se necessita.

Como procurar?2019-10-17T12:31:13+01:00

Os livros encontram-se arrumados por áreas temáticas. Dentro das áreas temáticas, organizadas por ordem alfabética do apelido do autor. (cf. lista abaixo Lista de Temas e Respectivas Cotas de Identificação)

Ao entrar fica o balcão de atendimento, à direita um corredor com dicionários e enciclopédias seguido de uma sala com revistas e livros e, à esquerda, a sala onde se encontram livros de Psicologia nas estantes centrais, e de Educação encostados às paredes.

O catálogo da biblioteca está disponível através da internet e tem um link nesta página: Pesquisa On-line.

Posso aceder a teses e dissertações?2019-10-17T12:32:25+01:00

Para teses de mestrado e doutoramento da UL consulte o Repositório da UL em http://repositorio.ul.pt. Todas as teses defendidas na Faculdade de Psicologia estão em formato digital neste recurso. Pode também pesquisar através do motor de busca geral.

Como posso encontrar um artigo ou uma revista?2019-10-17T12:33:29+01:00

Através do índice A-to-Z. O A-To-Z contém um índice de revistas disponíveis em suporte de papel e eletrónico em http://atoz.ebsco.com. Na lista de resultados verifique se existe a data pretendida.

Pode também pesquisar através do motor de busca geral.

Como posso consultar recursos digitais?2019-10-17T12:34:27+01:00

Recursos digitais podem ser acedidos localmente sem restrições, mas à distância só por alunos e docentes da instituição.

E-Books também?2019-10-17T12:35:54+01:00

Sim. Os livros eletrónicos estão disponíveis para consulta dentro da rede interna em http://link.springer.com/, ou através do motor de busca geral.

Empréstimos, quais os prazos e limites?2023-09-22T00:58:21+01:00

Alunos licenciatura: 3 livros por uma semana

Alunos de mestrado e doutoramento: 3 livros por três semanas

Docentes e Investigadores: 5 livros por três semanas

Como posso atualizar o empréstimo?2019-10-17T12:38:17+01:00

Presencialmente, através do telefone ou por e-mail (sempre que a obra não esteja a ser necessária para outro utilizador).

É possível reservar?2019-10-17T12:39:10+01:00

Sim é possível. Pode-o fazer presencialmente ao balcão da biblioteca, através do telefone ou por e-mail.

Quais as obras com restrição de empréstimo?2019-10-17T12:40:05+01:00

Obras de referência (dicionários, enciclopédias, periódicos, obras assinaladas com fita cor-de-laranja na lombada).

É possível aceder a obras de outras bibliotecas?2023-09-25T19:47:06+01:00

Sim, basta dizer-nos em que biblioteca se encontra a obra que pretende (indique título, autor, cota), que nós fazemos o pedido.

Caso seja fora do Campus Universitário do Campo Grande, a obra virá pelo correio (custos associados ficarão a cargo do utilizador).

Podem solicitar-se 2 livros e 2 artigos por mês (1.º ciclo) e 3 livros e 5 artigos por mês (2.º ciclo, 3.º ciclo e docentes).

Como faço uma pesquisa de informação?2019-10-17T12:42:36+01:00

Pode fazer no seu computador pessoal ou dispositivo móvel, ou num dos computadores públicos (exclusivos para este fim)

No separador “Pesquisa On-Line”, faça a procura no motor de busca geral – um sistema de descoberta para todos os recursos. Este sistema de descoberta agrega:
– o catálogo, indicando a localização de livros físicos na estante (cota)
– o índice de revistas A-to-Z (em papel e electrónicas)
– o repositório que contém as teses e dissertações
– milhares de documentos eletrónicos, de bases de dados específicas da Psicologia e da Educação
– e-books
– e muito mais…

Se preferir fazer uma pesquisa por tipo de recurso, poderá continuar a pesquisar em cada um dos sites respetivos.

Tenho acesso à internet?2019-10-17T12:43:32+01:00

O acesso à internet pode ser feito de duas formas:

– ou via wireless, em toda a biblioteca, através da rede Eduroam.
– ou solicitando um cabo de rede no balcão de atendimento, e ligando-o aos pontos de rede existentes nas mesas.

Posso fazer trabalhos de grupo na biblioteca?2023-09-22T01:00:55+01:00

Sim, nos gabinetes destinados a esse fim.

Estes gabinetes são limitados a cinco elementos, por períodos de duas horas, renováveis em função da disponibilidade.

Não é possível efetuar reservas antecipadas.

Como fazer citações e referências com a norma APA7th?2023-09-13T12:39:22+01:00

Por favor, consulte o documento da Biblioteca “Orientações básicas para fazer citações e referências“.

Mais Dúvidas? Consulte o Regulamento da Biblioteca.

Pesquisa Online

Acesso a todos os recursos de informação acessíveis através da biblioteca (o catálogo, repositório institucional, revistas, bases de dados e livros eletrónicos).

O Catálogo Coletivo da Universidade de Lisboa permite efetuar pesquisas nas coleções das várias unidades orgânicas da instituição.

Permite pesquisar, analisar e gerir informação em diversas áreas (WEB OF SCIENCE, MEDLINE, SCIELO, JOURNAL CITATION REPORTS, ENDNOTE WEB, PUBLONS).

É a maior base de citação e indexação de literatura “peer reviewed”, que inclui revistas científicas, livros, conferências, com cerca de 70 milhões de documentos indexados. 

A Biblioteca do Conhecimento Online – que disponibiliza o acesso a textos integrais de mais de 22.000 periódicos e 18.000 ebooks científicos internacionais.

Acesso a milhões de documentos que incluem, para além dos livros, artigos científicos de periódicos, séries, protocolos, obras de referência e atas de conferências.

No Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal poderá pesquisar teses e outros trabalhos de natureza científica das principais universidades portuguesas.

O SCImago Journal Rank é uma medida da influência científica de periódicos académicos que responde pelo número de citações recebidas por um periódico e pela sua importância ou prestígio.

É um sistema brasileiro de avaliação de periódicos, mantido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

É um recurso online que agrega e apresenta as políticas de acesso aberto de editores e periódicos de todo o mundo.

Web of Science Master Journal List

Livros em formato e-book em texto integral que podem ser descarregados pela comunidade académica.

Leitura do mês

Melnik, T. (Eds.) (2024). Prática da psicologia baseada em evidências. Manole.
PSICOTER MLN*PRA

Dez 2025

O livro “Prática da Psicologia baseada em evidências”, organizado pela Profª Dra. Tamara Melnik, aborda um tema de grande relevância na atualidade: a psicologia informada por evidências. Essa abordagem busca integrar a melhor evidência científica disponível na prática profissional, levando em consideração as necessidades de pacientes, utentes e comunidades para tomar decisões sobre prevenção, avaliação, diagnóstico, tratamento e promoção da saúde, além de outros domínios de atuação da Psicologia. Originaria da medicina baseada em evidências, essa abordagem consolidou-se nas últimas décadas como um paradigma para a prática médica e foi mais recentemente adotada pela Psicologia, reconhecendo a importância de basear intervenções em dados empíricos, além de teorias, prática profissional ou opiniões. No Brasil, apesar de ainda ser um movimento incipiente, vem ganhando força e visibilidade, especialmente entre profissionais e pesquisadores da área da saúde. Como ciência humana e natural, a Psicologia possui amplos domínios nos quais a prática pode ser informada por evidências, seja na clínica ou na intervenção psicossocial. Existem protocolos baseados em evidências para o tratamento de diversos transtornos mentais, como depressão, ansiedade, fobia, transtorno obsessivo-compulsivo, entre outros, assim como programas para prevenção de violência, abuso de substâncias, gravidez na adolescência, bullying, e estratégias para promover resiliência, autoestima, empatia, assertividade, entre outras habilidades. O psicólogo também pode ser um profissional-chave em equipes multidisciplinares, tanto no setor privado quanto no público, promovendo práticas baseadas em evidências. Isso inclui colaborar com equipes de saúde para oferecer assistência integral e humanizada ou atuar com profissionais da área social no desenvolvimento e implementação de políticas públicas, programas e projetos visando melhorar a qualidade de vida e a cidadania das populações, com base nas melhores evidências disponíveis na Psicologia e em outras áreas do conhecimento. Importante ressaltar que a Psicologia informada por evidências não implica a aplicação mecânica ou acrítica das evidências científicas, mas a adaptação dessas a características, necessidades, expectativas e valores dos pacientes, utentes e comunidades atendidas. Considera a equidade, respeitando diferenças e desigualdades que possam influenciar o acesso, a qualidade e os resultados dos serviços de saúde, e os limites das políticas públicas e contextos sociais na implementação de intervenções baseadas em evidências. Exige uma postura ética, participativa, colaborativa e responsável, envolvendo todos os atores no processo de tomada de decisão. No entanto, a Psicologia informada por evidências não busca ser uma solução única que ignore a complexidade e a singularidade dos fenómenos psicológicos. Existem domínios em que a integração de evidências é desafiadora, como criatividade, subjetividade, diversidade, ética e arte, exigindo uma abordagem mais reflexiva, crítica e contextualizada. Essa abordagem não é necessariamente incompatível com tais domínios, podendo ser complementar, buscando equilibrar objetividade e subjetividade, evidência e experiência. Na era da desinformação e da superexposição nas redes sociais, abundam informações falsas ou sem respaldo científico sobre prática informada por evidências. Este livro é fundamental para a compreensão do que realmente é a Psicologia informada por evidências, seus limites e potencialidades, apresentando conceitos, princípios, métodos, ferramentas, desafios e aplicações de forma didática e acessível, com exemplos práticos e casos ilustrativos. Visa contribuir para a formação e atualização de psicólogos e outros profissionais interessados nessa abordagem, promovendo no Brasil uma Psicologia mais científica, ética e eficaz.

(adaptado do Prefácio à obra, do Prof. Angelo Brandelli Costa)
Divisão de Documentação

Novos livros da biblioteca

NOVIDADES PSICOLOGIA – DEZ 2025

Melnik, T. (Eds.) (2024). Prática da psicologia baseada em evidências. Manole.
PSICOTER MLN*PRA

Giami, A. (2004). O anjo e a fera: sexualidade, deficiência mental, instituição. Casa do Psicólogo.
PSICOPAT GIA*ANJ

Kellerman, B. (1984). Leadership: multidisciplinary perspectives. Prentice-Hall.
PSI/ORG KLL*LEA

Gil, I. C. (Org.) (2004). Identidade Europeia: identidades na Europa. Universidade Católica.
PROC/SOC GIL*IDE

Guareschi, P. A., Jovchelovitch, S. (Eds.) (1999). Textos em representações sociais. (5ª ed.). Vozes.
PSI/SOC GRS*TEX

Rogers, C. R. (1978). O tratamento clínico da criança-problema. Martins Fontes.
PSI/DES RGR*TRA

Fontes, D. (2022). Reversibilidade da Imago Dei em Santo Agostinho. Fundação Eng. António de Almeida.
FILO FNT*REV

Silverman, M. (1999). Facing postmodernity: contemporary French thought on culture and society. Routledge.
PROC/SOC SLV*FAC

Aldemira, V. (2022). A arte e a Psicanálise. Centro de Investigação e de Estudos em Belas Artes (CIEBA).
PSI/ART ALD*ART

Fritzen, S. J. (2004). Exercícios práticos de dinâmica de grupo. (34ª ed.). Vozes. 2 vols.
PSI/SOC FRT*EXE  (Vol. 1)
PSI/SOC FRT*EXE  (Vol. 2)

Bolman, L. G., Deal, T. E. (1997). Reframing organizations: artistry, choice, and leadership. (2nd ed.). Jossey-Bass.
PSI/ORG BLM*REF

Noddings, N. (1984). Caring: a feminine approach to ethics & moral education. University of California Press.
PSI/SOC NDD*CAR

Piaget, J. (1984). Psicologia e epistemologia: para uma teoria do conhecimento. (4ª ed.). Publ. Dom Quixote.
EPIST PGT*PSI

Kelley, T., Littman, J. (2007). As dez faces da inovação: o poder da criatividade e da inovação na empresa. Editorial Presença.
PSI/ORG KLL*DEZ

Sampaio, D., Faria, J. A. (2008). Daniel Sampaio: conversas com João Adelino Faria. Relógio D’Água.
TER/FAM SMP*DAN

Congresso Internacional de Homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, Covilhã. Novembro de 2019. (2020). Sophia de Mello Breyner Andresen: a contemporaneidade dos clássicos. Fundação Eng. António de Almeida.
LIT CON*SOP

Olivier, C. (2001). Violência pessoal e familiar: suas origens. Prefácio.
PSI/FOR OLV*VIO

Riso, W. (2006). Aprender a gostar de mim: como viver bem comigo próprio. Lua de Papel.
PERS RIS*APR

Le Pape, G., Puzenat, N. (2003). ABCedário do cérebro. Público.
PSI/FIS PAP*ABC

Anzieu, A. (1997). La femme sans qualité: esquisse psychanalytique de la féminité. Dunod.
PSICAN ANZ*FEM

Sarmento, P. A. C. (2004). Pedagogia do desporto e observação. FMH/Serviço de Edições.
PSI/D SRM*PED

Dohme, V. (2008). O valor educacional dos jogos: jogos e dicas para empresas e instituições de educação. Vozes.
PSI/D DHM*VAL

Lança, R. (2009). Animação desportiva e tempos livres: perspectivas de organização. (2.ª ed.) Texto.
PSI/D LNC*ANI

Almeida, J. M. C. (2018). A saúde mental dos portugueses. Fundação Francisco Manuel dos Santos.
PSI/SAU ALM*SAL

Derlon, J.-M. (1982). Eléments de neuroanatomie fonctionnelle. PUF.
PSI/FIS DRL*ELE

Mostra Bibliográfica

Dez 2025
Tornar-se Professor

«Começar a ensinar é o momento da transição, muitas vezes difícil, entre o ser aluno e o tomar-se professor. Período descrito na literatura como “choque da realidade”, é vivido por muitos como um teste de sobrevivência. Dai, toda uma série de estudos, que vão desde o procurar identificar quais os problemas que os professores encontram nos primeiros tempos da sua carreira até ao perceber como é que este momento de transição é vivido, e as repercussões que tem, nomeadamente em termos de comportamentos, atitudes, representações, de si próprio e da sua profissão. Trabalhos nesta linha parecem-nos importantes, na medida em que uma melhor compreensão da forma como a transição é vivida pode contribuir para uma adequação da formação inicial às necessidades do professor. Permite, também, o desenvolvimento de sistemas de acolhimento e apoio aos professores iniciantes, que evitem repercussões negativas das dificuldades vividas no início da carreira, impedindo que o primeiro ano de exercício profissional contribua para aumentar a distância entre o que os professores poderiam ser e aquilo em que se tomam de facto (Ryan et al., 980). (…) Como já referimos, os primeiros anos parecem ser um período fundamental no desenvolvimento profissional do professor. É o momento do confronto do idealismo, das teorias aprendidas, com a realidade. Saber quem se é como professor, confrontar as imagens que se tem da profissão com a vivência desta são aspetos fundamentais, no início da vida profissional. (…) Não se pode perceber o que é começar a ensinar, sem refletir sobre o que é ser hoje professor e sobre a forma como esta profissão se repercute na pessoa deste. Veenman (1984 e 1987), ao constatar as semelhanças existentes entre as conclusões dos vários trabalhos sobre os professores iniciantes, conclui que, se fatores, como as características pessoais, os locais de trabalho ou as deficiências na formação, podem ter um papel importante, há, certamente, outros aspetos, ligados à especificidade da profissão, que devem ser tidos em conta, se quisermos compreender a situação. Os problemas dos professores iniciantes têm de ser percebidos no contexto das repercussões da profissão sobre aqueles que a exercem. E se, por um lado, esta é fonte de satisfação e de autorrealização, também é fonte de tensão e de mal-estar. (…) O desenvolvimento do professor é um processo que passa pelo crescimento pessoal, pela construção de saberes, pela forma como cada um vive e se adapta ao papel e à cultura da profissão. Processo complexo, que percorre toda a carreira do professor, pressupõe a construção duma identidade profissional, feita na contínua interação com os diferentes espaços ecológicos, que englobam a multiplicidade de quadros físicos e sociais envolventes.»

Machado, C. M. S. S. P. G. (2009). Tornar-se professor. Da idealização à realidade. Universidade de Évora. http://hdl.handle.net/10174/11950

 

Tornar-se Professor

Arends, R. I. (2008). Aprender a Ensinar. McGraw-Hill.
FOR/PROF ARN*APR

Artzt, A. F., Armour-Thomas, E. (2002). Becoming a reflective mathematics teacher: a guide for observations and self-assessment. Lawrence Erlbaum Associates.
DID/MAT ART*BEC

Bennett, N., Carré, C. (Eds.) (1993). Learning to Teach. Routledge.
FOR/PROF BNN*LEA

Brookfield, S. D. (1995). Becoming a critically reflective teacher. Jossey-Bass.
FOR/PROF BRK*BEC

Borich, G. D. (1995). Becoming a teacher. Falmer Press.
FOR/PROF BRC*BEC

Brown, T., & McNamara, O. (2011). Becoming a mathematics teacher: Identity and identifications (Vol. 53). Dordrecht: Springer.
FOR/PROF BRW*BEC

Burke, P. (1987). Teacher development: Induction, renewal and redirection. The Falmer Press.
FOR/PROF BRK*TEA

Castle, E. B. (1970). The teacher. Oxford University Press.
HIST/ED CST*TEA

Coppola, A. J., Scricca, D. B., & Connors, G. E. (2004). Supportive supervision: Becoming a teacher of teachers. Corwin Press.
FOR/PROF CPP*SUP

Cowan, J. (1998). On becoming an innovative university teacher: Reflection in action: Reflection in action. The Society for Research into Higher Education.
ENS/SUP CWN*ON

Dillon, J., & Maguire, M. (Eds.). (2011). Becoming a teacher: Issues in secondary education. McGraw-Hill Education (UK).
FOR/PROF DLL*BEC

Evetts, J. (1994). Becoming a secondary head teacher. Cassell.
FOR/PROF EVT*BEC

Ferreira, M. S., & dos Santos, M. R. (1994). Aprender a ensinar, ensinar a aprender. Afrontamento.
FOR/PROF FRR*APR

Fleming, P. (2013). Becoming a secondary school teacher: How to make a success of your initial teacher training and induction. Routledge.
FOR/PROF FLM*BEC

Flores, M. A. (2000). A indução no ensino: desafios e constrangimentos. Instituto de Inovação Educacional.
FOR/PROF FLR*IND

MacLeod, O. (1956). The young teacher’s problem. Elliot Right Way Books.
PEP-638

Neal, C. D. (1959). The student teacher at work: handbook for student teachers. Burgess.
PEP-647

Scott-Baumann, A., Bloomfield, A., & Roughton, L. (1997). Becoming a secondary school teacher. Hodder & Stoughton.
FOR/PROF BMN*BEC

Shulman, L. S., & Wilson, S. M. (2004). The wisdom of practice: Essays on teaching, learning, and learning to teach. Jossey-Bass.
FOR/PROF SHL*WIS

Swennen, A., & van der Klink, M. (Eds.). (2010). Becoming a teacher educator: Theory and practice for teacher educators. Springer.
FOR/PROF SWN*BEC

Sweeny, B. W. (2007). Leading the teacher induction and mentoring program. Corwin Press.
FOR/PROF SWN*LEA

Strong, M. (2009). Effective teacher induction and mentoring: Assessing the evidence. Teachers College Press.
FOR/PROF STR*EFF

Tickle, L. (2000). Teacher induction: The way ahead. Open University Press.
FOR/PROF TCK*TEA

Tickle, L. (1994). The induction of new teachers: Reflective professional practice. Cassell.
FOR/PROF TCK*IND

Travers, P. D., & Rebore, R. W. (1995). Foundations of education: Becoming a teacher. (3rd ed.). Allyn and Bacon.
ADM/ED TRV*FOU

Villar Angulo, L. M. (1988). Conocimiento, creencias y teorías de los profesores. Editorial Marfil.
FOR/PROF VLL*CON

Wang, J., Odell, S. J., Clift, R. T. (Eds.) (2010). Past, present, and future research on teacher induction: An anthology for researchers, policy makers, and practitioners. Rowman & Littlefield.
FOR/PROF WNG*PAS

Wideen, M. F., & Grimmett, P. P. (1995). Changing Times in Teacher Education. Falmer Press.
FOR/PROF WDN*CHA

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