BIBLIOTECA2019-12-02T12:12:28+01:00

Biblioteca

BEMVINDO À BIBLIOTECA

A biblioteca apoia a aprendizagem e a investigação através dos seus espaços, serviços prestados e recursos disponíveis (impressos, digitais e audiovisuais).

É importante conhecer como se organiza, para tornar mais eficaz o seu contributo no sucesso académico e profissional.
A biblioteca reúne um importante acervo nas áreas da Psicologia e da Educação, quer impresso quer digital. Constituída desde 12 de abril de 1991, esta biblioteca tem vindo a incorporar importantes espólios institucionais e pessoais, dos quais se destacam as coleções dos extintos Centro de Investigação Pedagógica da Fundação Calouste Gulbenkian, Centro de Investigação em Educação e núcleo do Departamento de Educação, ambos da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Instituto de Orientação Profissional, bem como coleções particulares do Professor Pina Prata e Professor Ferreira Marques, ambos protagonistas na fundação da Faculdade de Psicologia.
É regularmente atualizada com grandes coleções de publicações periódicas digitais, nacionais e internacionais, nas áreas da psicologia e da educação, a que se acrescenta o acesso on-line à produção científica e académica presente no repositório institucional, bem como ebooks e outros documentos.

Serviços

Pesquisa On-line

Leituras do mês

Mostra Bibliográfica mensal

Serviços

A biblioteca disponibiliza Salas de Estudo no piso 4 (ver localização aqui).
A utilização dos gabinetes implica registo como leitor e a sua reserva efetua-se no balcão de atendimento.
A ocupação:

  • mínimo de 2 pessoas e um máximo de 4;
  • até 2 horas.

No ato de requisição será solicitado um cartão de identificação que será devolvido a quando da devolução da chave.

A biblioteca empresta câmaras de vídeo e gravadores, estando esse empréstimo sujeito a validação por parte de um docente, que deverá enviar um email à biblioteca indicando o nome do utilizador, o material a requisitar e o fim a que se destina.
A devolução do material – após 8 dias – obedece a duas regras: a bateria deve vir completamente carregada e sem qualquer registo de gravação. No caso em que os equipamentos necessitam de pilhas, as mesmas ficam a cargo do utilizador, tal como é da sua responsabilidade qualquer reparação ou substituição, em caso de perda ou dano.

TemaCotaEstante
BIOLOGIA BIO2
EPISTEMOLOGIAEPIST11
ESTATÍSTICA E MATEMÁTICAEST/MAT1
FILOSOFIAFILO11
GERONTOLOGIA E PSIC. DO ENVELHECIMENTOPSI/ENV4
HISTÓRIA DA PSICOLOGIAHIST/PSI1
LINGUAGEM E COMUNICAÇÃOLING/COM4
LITERATURA E ARTELIT11
MEDICINAMED2
METODOLOGIASMET/INV/PSI2
MOTIVAÇÃO E EMOÇÃOMOT/EMO3
PERSONALIDADEPERS5
PROCESSOS SOCIAISPROC/SOC6
PSIC. DO TRABALHO E DAS ORGANIZAÇÕESPSI/ORG6
PSIC. DO TRABALHO E DAS ORGANIZAÇÕESPSI/ORG7
PSICANÁLISEPSICAN4
PSICOLOGIA CLÍNICAPSI/CLIN10
PSICOLOGIA COGNITIVAPSI/COGN3
PSICOLOGIA DA ARTEPSI/ART7
PSICOLOGIA DA RELIGIÃOPSI/REL7
PSICOLOGIA DA SAÚDEPSI/SAU10
PSICOLOGIA DO AMBIENTEPSI/AMB7
PSICOLOGIA DO CONSUMIDORPSI/CONS6
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTOPSI/DES3
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTOPSI/DES4
PSICOLOGIA DO DESPORTOPSI/D7
PSICOLOGIA DOS RECURSOS HUMANOSPSI/RH7
PSICOLOGIA EDUCACIONALPSI/EDUC10
PSICOLOGIA EVOLUTIVA E ETOLOGIAPSI/EVO/ETO3
PSICOLOGIA EXPERIMENTALPSI/EXP2
PSICOLOGIA FISIOLÓGICAPSI/FIS2
PSICOLOGIA FORENSEPSI/FOR7
PSICOLOGIA GERALPSI/G1
PSICOLOGIA SOCIALPSI/SOC5
PSICOMETRIA E AVALIAÇÃO PSICOLÓGICAPSICOM8
PSICOPATOLOGIAPSICOPAT8
PSICOTERAPIAPSICOTER9
PSIQUIATRIAPSIQUI8
SAÚDE MENTALSAU/MENT8
SEXUALIDADESEX8
TÉCNICAS PROJECTIVASTECN/PROJ8
TERAPIA FAMILIARTER/FAM9

Sabias que a biblioteca
tem um grupo de leitura regular?

Duas de Letra
Está aberto a alunos, docentes, não docentes e investigadores. Em torno de um livro de ficção debatem-se ideias e exercita-se o espírito crítico e a socialização em volta da leitura. Realiza-se uma vez por mês, na biblioteca. Para mais informações e inscrição, contactar via email.

FAQS

O que fazer para consultar livros ou revistas?2019-10-17T12:46:50+01:00

A consulta é livre, basta retirar da estante o livro ou revista de que se necessita.

Como procurar?2019-10-17T12:31:13+01:00

Os livros encontram-se arrumados por áreas temáticas. Dentro das áreas temáticas, organizadas por ordem alfabética do apelido do autor. (cf. lista abaixo Lista de Temas e Respectivas Cotas de Identificação)

Ao entrar fica o balcão de atendimento, à direita um corredor com dicionários e enciclopédias seguido de uma sala com revistas e livros e, à esquerda, a sala onde se encontram livros de Psicologia nas estantes centrais, e de Educação encostados às paredes.

O catálogo da biblioteca está disponível através da internet e tem um link nesta página: Pesquisa On-line.

Posso aceder a teses e dissertações?2019-10-17T12:32:25+01:00

Para teses de mestrado e doutoramento da UL consulte o Repositório da UL em http://repositorio.ul.pt. Todas as teses defendidas na Faculdade de Psicologia estão em formato digital neste recurso. Pode também pesquisar através do motor de busca geral.

Como posso encontrar um artigo ou uma revista?2019-10-17T12:33:29+01:00

Através do índice A-to-Z. O A-To-Z contém um índice de revistas disponíveis em suporte de papel e eletrónico em http://atoz.ebsco.com. Na lista de resultados verifique se existe a data pretendida.

Pode também pesquisar através do motor de busca geral.

Como posso consultar recursos digitais?2019-10-17T12:34:27+01:00

Recursos digitais podem ser acedidos localmente sem restrições, mas à distância só por alunos e docentes da instituição.

E-Books também?2019-10-17T12:35:54+01:00

Sim. Os livros eletrónicos estão disponíveis para consulta dentro da rede interna em http://link.springer.com/, ou através do motor de busca geral.

Empréstimos, quais os prazos e limites?2019-10-17T12:37:39+01:00

Alunos licenciatura: 3 livros por uma semana

Alunos de mestrado e doutoramento: 3 livros por duas semanas

Docentes e Investigadores: 5 livros por duas semanas

Como posso atualizar o empréstimo?2019-10-17T12:38:17+01:00

Presencialmente, através do telefone ou por e-mail (sempre que a obra não esteja a ser necessária para outro utilizador).

É possível reservar?2019-10-17T12:39:10+01:00

Sim é possível. Pode-o fazer presencialmente ao balcão da biblioteca, através do telefone ou por e-mail.

Quais as obras com restrição de empréstimo?2019-10-17T12:40:05+01:00

Obras de referência (dicionários, enciclopédias, periódicos, obras assinaladas com fita cor-de-laranja na lombada).

É possível aceder a obras de outras bibliotecas?2019-10-17T12:41:17+01:00

Sim, basta dizer-nos em que biblioteca se encontra a obra que pretende (indique título, autor, cota), que nós fazemos o pedido.

Caso seja fora do Campus Universitário do Campo Grande, a obra virá pelo correio (custos associados ficarão a cargo do utilizador).

Para as bibliotecas da Cidade Universitária, o leitor deslocar-se-á ao local para a requisição.

Podem solicitar-se 2 livros e 2 artigos por mês (1º ciclo) e 3 livros e 5 artigos por mês (2º ciclo, 3º ciclo e docentes).

Existe esta modalidade de empréstimo com instituições internacionais, mas apenas para docentes.

Como faço uma pesquisa de informação?2019-10-17T12:42:36+01:00

Pode fazer no seu computador pessoal ou dispositivo móvel, ou num dos computadores públicos (exclusivos para este fim)

No separador “Pesquisa On-Line”, faça a procura no motor de busca geral – um sistema de descoberta para todos os recursos. Este sistema de descoberta agrega:
– o catálogo, indicando a localização de livros físicos na estante (cota)
– o índice de revistas A-to-Z (em papel e electrónicas)
– o repositório que contém as teses e dissertações
– milhares de documentos eletrónicos, de bases de dados específicas da Psicologia e da Educação
– e-books
– e muito mais…

Se preferir fazer uma pesquisa por tipo de recurso, poderá continuar a pesquisar em cada um dos sites respetivos.

Tenho acesso à internet?2019-10-17T12:43:32+01:00

O acesso à internet pode ser feito de duas formas:

– ou via wireless, em toda a biblioteca, através da rede Eduroam.
– ou solicitando um cabo de rede no balcão de atendimento, e ligando-o aos pontos de rede existentes nas mesas.

Posso fazer trabalhos de grupo na biblioteca?2019-10-17T12:44:16+01:00

Sim, nos gabinetes destinados a esse fim.

Estes gabinetes são limitados a quatro elementos, por períodos de duas horas, renováveis em função da disponibilidade.

Não é possível efetuar reservas antecipadas.

Posso fotocopiar, imprimir e/ou digitalizar?2019-10-17T12:45:21+01:00

Sim. A biblioteca está equipada com duas máquinas fotocopiadoras, uma impressora e uma digitalizadora.

Para efetuar fotocópias ou impressões (apenas para documentos em PDF) é necessário adquirir um cartão na máquina que se encontra na parte exterior da Biblioteca (fixa na parede).

A digitalização é gratuita.

Alertamos que a cópia integral de documentos está sujeita ao respeito pela legislação relativa aos direitos de autor.

Mais Dúvidas? Consulte o Regulamento da Biblioteca.

Pesquisa On-line

Acesso a todos os recursos de informação acessíveis através da biblioteca (o catálogo, repositório institucional, revistas, bases de dados e livros eletrónicos).

O SIBUL é o catálogo das bibliotecas da ULisboa.

(Sistema Integrado das Bibliotecas da Universidade de Lisboa).

Permite pesquisar, analisar e gerir informação em diversas áreas (WEB OF SCIENCE, MEDLINE, SCIELO, JOURNAL CITATION REPORTS, ENDNOTE WEB, PUBLONS).

É a maior base de citação e indexação de literatura “peer reviewed”, que inclui revistas científicas, livros, conferências, com cerca de 70 milhões de documentos indexados. 

A Biblioteca do Conhecimento Online – que disponibiliza o acesso a textos integrais de mais de 22.000 periódicos e 18.000 ebooks científicos internacionais.

Acesso a milhões de documentos que incluem, para além dos livros, artigos científicos de periódicos, séries, protocolos, obras de referência e atas de conferências.

No Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal poderá pesquisar teses e outros trabalhos de natureza científica das principais universidades portuguesas.

Leitura do mês

Recensão

Referência bibliográfica
Pinto, A. M. & Carvalho, J. S. (coord.) (2019). Mindfulness em contexto educacional. Lisboa: Coisas de Ler. (Olhares).
ISBN 9789898878243
PSI/EDUC PNT*MIN

Mindfulness em contexto educacional. Lisboa: Coisas de Ler. (Olhares).

Pinto, A. M. & Carvalho, J. S. (coord.) (2019).

Segundo a perspetiva budista, mindfulness é a tradução de Pali para inglês da palavra Sati — a qualidade da mente/consciência quando está presente e focada no que está a acontecer no momento.
Na psicologia contemporânea, a mindfulness é considerada como uma abordagem para aumentar a consciência e as respostas competentes aos processos mentais que contribuem para o distress emocional e para os comportamentos desadaptativos.
Atualmente, a questão de como deverá ser a Educação das crianças e jovens está presente ao nível politico, comunitário, profissional, académico, educacional e familiar. Ao mesmo tempo, estudos epidemiológicos recentes sobre a situação da saúde mental das crianças e jovens de hoje indicaram que em Portugal os adolescentes mostravam um aumento de sintomas psicológicos, um aumento de comportamentos de automutilação, um aumento de sentimentos de falta de esperança no futuro e um maior desinteresse em continuar na escola.
Por outro lado, os professores, que têm um papel fundamental da Educação, tendem a sofrer cada vez mais de burnout, em parte devido a dificuldades na gestão da relação com os alunos.
A mindfulness pode ser uma oportunidade de contribuir para a promoção do bem-estar das crianças, dos jovens e dos professores, nas suas várias dimensões — social, psicológica e emocional.
Este livro tem como principal objetivo apresentar o estado da arte sobre mindfulness em Contexto Educacional, com especial incidência sobre estudos realizados em Portugal, incentivando a reflexão fundamentada sobre os mesmos, particularmente sobre os contributos das abordagens baseadas em mindfulness na promoção de competências socioemocionais e bem-estar dos alunos e dos professores. Trata-se de um livro de base científica que pretende dar a conhecer a psicólogos, professores e outros profissionais de saúde e da educação o trabalho desenvolvido no nosso país neste âmbito.
O livro estrutura-se em três partes, sendo a primeira relativa ao enquadramento do tema das áreas de aplicação da mindfulness em Portugal e em particular das intervenções em contexto educacional.
Na segunda parte do livro apresentam-se os principais resultados do projeto de investigação sobre os efeitos de uma intervenção baseada em mindfulness para professores no bem-estar pessoal e profissional destes, nas suas interações com os alunos em sala de aula e no bem-estar dos seus alunos.
A finalizar o livro, são apresentados outros estudos sobre mindfulness em contexto educacional realizados em Portugal.

(adaptado do texto dos editores)
Divisão de Documentação

Novos livros da biblioteca

Anderson, E. (2012). Inclusive masculinity: the changing nature of masculinities. London: Routledge.  (Routledge research in gender and society). ISBN 9780415893909
SEX AND*INC

Arnett, J. J. (2015). Emerging adulthood: the winding road from the late teens through the twenties (2nd ed). New York: Oxford University Press. ISBN 9780199929382
PSI/DES ARN*EME

Barker, M. & Langdridge, D. (eds.) (2012) Understanding non-monogamies. New York: Routledge.  (Routledge research in gender and society). ISBN 9780415652964
SEX BRK*UND

DeLamater, J. & Plante, R. F. (Eds.) (2016). Handbook of the sociology of sexualities. Cham: Springer.  (Handbooks of sociology and social research).ISBN 9783319447438
SEX DLM*HAN

Martinson, F. M. (1994). The sexual life of children. Westport: Bergin & Harvey. ISBN 9780897893763
SEX MRT*SEX

Moore, D. S., Notz, W. I. & Fligner, M. A. (2017). A estatística básica e sua prática (7ª ed). Rio de Janeiro: LTC. ISBN 9788521634218
EST/MAT MOO*EST

Nixon, P. G. & Düsterhöft, I. K. (eds.) (2018). Sex in the digital age. London: Routledge.  (Sexualities in society). ISBN 9780367208110
SEX NXN*SEX

Pinto, A. M. & Carvalho, J. S. (coord.) (2019). Mindfulness em contexto educacional. Lisboa: Coisas de Ler. (Olhares). ISBN 9789898878243
PSI/EDUC PNT*MIN

Ryan, C. & Jethá, C. (2011). Sex at dawn: how we mate, why we stray, and what it means for modern relationships. New York: Harper Perennial. ISBN 9780061707810
SEX RYN*SEX

Tiefer, L. (2004). Sex is not a natural act and other essays (2nd ed). Boulder: Westview. ISBN 081334185SX
SEX TFR*SEX

Wade, L. (2017). American hookup: the new culture of sex on campus. New York: W.W.Norton & Company. ISBN 9780393355536
SEX WAD*AME

Mostra Bibliográfica

Didática das Línguas Estrangeiras «As áreas disciplinares têm o seu período de gestação, desenvolvimento, amadurecimento e consolidação. Nesse percurso epistémico buscam a sua identidade, aspiram à emancipação, procuram a clarificação do seu lugar na teia complexa dos saberes enquanto interagem com as transformações sociais, políticas, culturais e económicas que marcam também o curso da história. Podemos afirmar que a Didáctica das Línguas (doravante referida como DL e englobando, para além da língua, as dimensões da literatura e da cultura) em Portugal, nos últimos 30 anos aproximadamente, encaixa neste percurso. (…) Confrontados com as exigências de “construir” e afirmar uma disciplina de nível superior, [os professores] desenvolveram as suas reflexões em função de dois alicerces de referência: por um lado, a sua prática profissional como professores de línguas e, por outro lado, o estudo de autores, nacionais e estrangeiros, que, à época, se situavam predominantemente nos domínios da Linguística Aplicada e da Psicologia, nomeadamente da Psicolinguística, tendo as primeiras reflexões e investigações de carácter didáctico surgido na confluência destas duas disciplinas e na interacção com as Ciências da Educação que, então, começavam a marcar terreno no contexto nacional. (…) Com Galisson aprendemos a pensar a DL como uma área de construção de saberes científicos e de intervenção profissional específica, em crescente autonomização em relação à Linguística, mesmo à Linguística Aplicada, preocupada fundamentalmente com o que ensinar: a língua e o seu funcionamento. Reconhecia-se, porém, a pertinência de outros saberes para além do que ensinar. À medida que se tomava consciência das necessidades de como ensinar, a quem, onde e quando, porquê e para quê recorria-se aos contributos de outras ciências (da linguagem, da educação, da psicologia, da sociologia). Libertada da dependência exagerada da Linguística Aplicada e após alguma indefinição causada por uma certa heterogeneidade pluridisciplinar e multireferencialidade (Sequeira 1994), Galisson definia a relação da DL com as outras disciplinas como uma relação “d’appoint” e não de “référence” e salientava a sua noção de “transversalidade” no que o ensino e a aprendizagem das várias línguas e culturas têm de comum, não obstante o respeito pela sua especificidade. (…) Também nós, em Portugal, entendíamos que a DL tinha um campo de acção e de investigação próprio que a distanciava da Linguística por se focalizar no processo de ensino e de aprendizagem da língua, conteúdo a dominar na sua estrutura e no seu uso. Ao que fazer aprender era necessário adicionar o como fazer aprender e articular estes dois aspectos.»

Alarcão, I. (2018). A constituição da área disciplinar de Didáctica das Línguas em Portugal. Linguarum Arena: Revista de Estudos em Didática de Línguas da Universidade do Porto, 1, 61-80.

Poderá ver esta mostra na biblioteca da Faculdade de Psicologia

Didática das Línguas Estrangeiras

Alderson, J. C., Urquhart, A. H. (Eds.) (1984). Reading in a foreign language. London and New York: Longman.
DID/LING ALD*REA

Andrade, A., et al. (2004). Caracterização da didáctica das línguas em Portugal: da análise dos programas às concepções da disciplina. Lisboa: SPCE.
DID/LING AND*CAR

Azenha, M. (1997). Ensino-aprendizagem das línguas estrangeiras: sugestões para tornar a aprendizagem um prazer. Porto: ASA.
DID/LING AZN*ENS

COMUNIDADE EUROPEIA. Comissão. Unité Européenne d’Eurydice (1992). L’enseignement des langues étrangères dans les systèmes scolaires de la Communauté Européenne. Bruxelles: Commission des Communautés Européennes.
DID/LING EUR*ENS Ex. 1

CONSELHO DA EUROPA (2001). Quadro europeu comum de referência para as línguas: aprendizagem, ensino, avaliação. [Porto]: Asa.
DID/LING CE*QUA

Cook, V. (Ed.) (1986). Experimental approaches to second language learning. Oxford: Pergamon.
DID/LING COO*EXP

Devine, J., Carrell, P. L., Eskey, D. E. (Eds.) (1987). Research in reading in english as a second language: teachers of english to speakers of other languages. Washington, D.C.: Teachers of English to Speakers of Other Languages.
DID/LING DVN*RES

Ellis, R. (2012). Language teaching research and language pedagogy. Malden: Wiley-Blackwell.
DID/LING ELL*LAN

EURYDICE (2001). Profile of… Foreign language teaching in schools in Europe. Brussels: Eurydice.
DID/LING EUR*PRO

EURYDICE (2001). L’ enseignement des langues étrangères en milieu scolaire en Europe. Bruxelles: Eurydice.
DID/LING EUR*ENS Ex. 1

Fischer, G., et al. (1990). Didáctica das línguas estrangeiras. [Lisboa]: Universidade Aberta.
DID/LING FSC*DID

Girard, D. (1976). As línguas vivas: ensino e pedagogia. Coimbra: Almedina.
DID/LING GRR*LIN

Gonçalves, I. (2003). O ensino precoce de uma língua estrangeira no 1.º ciclo do ensino básico como factor de sucesso da aprendizagem da língua materna. Coimbra: IPC.
DID/LING GNC*ENS Ex. 1

Hummel, K. M. (2014). Introducing second language acquisition: perspectives and practices. Malden: Wiley-Blackwell.
DID/LING HMM*INT

Kroll, B. (Ed.) (1991). Second language writing: research insights for the classroom. Cambridge: Cambridge University Press.
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Lier, L. (1988). The classroom and the language learner: ethnography and second-language classroom research. London: Longman.
DID/LING LIE*CLA

Long, M. H., Doughty, C. J. (Eds.) (2011). The handbook of language teaching. Malden: Wiley-Blackwell.
DID/LING LNG*HAN

Lorincz, I. (Dir.) (2019). Pour une éducation langagière plurilingue, inclusive et éthiqueTowards an inclusive, ethical and plurilingual language educationAz inklusiv, etikus és többnyelvu nevelésért. Gyor: Universitas-Gyor Nonprofit Kft.
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Roberts, L., Meyer, A. (Eds.) (2012). Individual differences in second language learning. Chichester: Wiley-Blackwell.
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Seliger, H. W., Shohamy, E. (1989). Second language: research methods. Oxford: Oxford University Press.
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Vieira, F. (1998). Autonomia na aprendizagem da língua estrangeira: uma intervenção pedagógica em contexto escolar. (1ª ed.). Braga: Universidade do Minho. Instituto de Educação e Psicologia. Centro de Estudos em Educação e Psicologia.
DID/LING VIE*AUT