Mestrado Integrado em Psicologia (MIP)

Candidaturas Estudantes Internacionais

2019 / 2020

DESTINATÁRIOS

  • Estudantes que não tenham nacionalidade portuguesa, nem de outro país da União Europeia;
  • Estudantes que não sendo de nacionalidade portuguesa, nem de outro país da União Europeia, não residam em Portugal há mais de 2 anos de forma ininterrupta, até 31 de agosto do ano da candidatura;
  • Estudantes titulares de um diploma de conclusão do ensino secundário ou equivalente no seu país de origem.

20 vagas

Informações para a 2.ª fase
Após a conclusão da 1.ª fase, sobraram 2 vagas para a 2.ª fase de candidaturas.

[nota: o número de vagas é definido anualmente para cada concurso]

O valor da propina anual para o ano letivo de 2019/2020 é de 5.000,00 € (cinco mil euros), acrescido do seguro escolar, podendo ser pago através de multibanco ou diretamente na Tesouraria da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa.

No ato da matrícula e inscrição é saldado obrigatoriamente 30% do valor total da propina, que corresponde a 1.500 euros (mil e quinhentos euros). Mesmo em caso de desistência não há lugar à devolução deste valor.

O restante valor da propina poderá ser paga integralmente ou em prestações, em datas a definir. Em caso de desistência de estudos, devidamente formalizada, o estudante só fica desobrigado do pagamento das prestações da taxa anual de frequência (propina) que ainda não tenham vencido.

1) Condições de Acesso

1.1. Podem candidatar-se à matrícula e inscrição no Mestrado Integrado em Psicologia através deste estatuto:

a) Os titulares de uma qualificação que, no país em que foi obtida, lhes confira o direito de candidatura e ingresso no ensino superior desse país;
b) Os titulares de um diploma do ensino secundário português ou de habilitação legalmente equivalente.

1.2. A validação da titularidade referida na alínea a) do n.º 1.1 deve ser feita pela entidade competente do país em que a qualificação foi obtida.

1.3. A equivalência de habilitação referida na alínea b), do n.º 1.1, é definida pela Portaria n.º 224/2006, de 8 de março, e pela Portaria n.º 699/2006, de 12 de julho.

2) Condições de Ingresso

2.1. Para ingresso no curso os estudantes internacionais devem demonstrar, cumulativamente:

a) Terem qualificação académica nas áreas do saber requeridas para o ciclo de estudos a que se candidatam;
b) Terem um nível de conhecimento da língua portuguesa requerido para a frequência desse ciclo de estudos, de acordo com o definido no ponto 3.

2.2. Sem prejuízo do disposto no número 2.3, a verificação do requisito indicado na alínea a) do número anterior é efetuada do seguinte modo:

a) Quando o candidato for titular de curso de ensino secundário português, essa demonstração corresponde à aprovação nas provas de ingresso definidas para o ciclo de estudos no ano de ingresso;
b) Quando o candidato tiver frequentado um sistema de ensino estrangeiro a que seja aplicável o disposto no artigo 20º-A do Decreto-Lei n.º 296-A/98, de 25 de setembro, essa demonstração tem como base a homologia com as provas definidas na alínea anterior, podendo, também, os candidatos apresentar aprovação nas provas de ingresso definidas para o ciclo de estudos no ano de ingresso;
c) Quando o candidato for titular de um curso para o qual não seja aplicável nenhuma das alíneas anteriores, deverá apresentar documentação que permita comprovar que, na sua formação escolar, obteve aprovação nas componentes curriculares que integram os conhecimentos abrangidos pelas provas de ingresso referidas na alínea a).

2.3. Caso o candidato seja titular do ensino médio brasileiro:

a) O requisito previsto na alínea a) do número 2.1 do presente artigo considera-se preenchido caso o candidato tenha:

I. Realizado e aprovado o Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) ou o Vestibular, no ano civil ou nos 3 anos civis anteriores ao da candidatura;
II. Obtido aproveitamento em duas das seguintes disciplinas: Língua Portuguesa, Biologia, Matemática ou equivalentes;
III. Tenha obtido uma classificação não inferior a 550 pontos nas áreas de (i) Ciências Humanas e suas Tecnologias e (ii) Linguagens, Códigos e suas Tecnologias no caso do ENEM e superior ao ponto médio da escala respetiva no caso do Vestibular, nas disciplinas referidas em II.;

b) O requisito previsto na alínea b) do número 2.1 do presente artigo considera-se verificado desde que o candidato tenha frequentado o ensino médio em língua portuguesa.

3) Conhecimento da língua portuguesa

3.1. A frequência deste ciclo de estudos na ULisboa exige um domínio independente da língua portuguesa (nível B2, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas) ou

3.2. O nível B1, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas, desde que os candidatos se comprometam a frequentar um curso anual de língua e cultura portuguesa.

3.3. Com exceção dos candidatos que tenham frequentado o ensino secundário em língua portuguesa, os candidatos a este concurso especial de acesso deverão:

a) Apresentar um DEPLE (Diploma Elementar de Português Língua Estrangeira) ou
b) Apresentar um certificado B1 emitido por uma Escola da ULisboa ou
c) Submeter-se a uma prova de língua e cultura portuguesa promovida pela ULisboa, sujeita a tabela de emolumentos e preços da ULisboa, e que terá lugar em calendário a publicitar.

5.1. A candidatura será efetuada online, através do Portal Fénix, no sítio da Faculdade de Psicologia (www.psicologia.ulisboa.pt).

5.2. Os candidatos devem formalizar a sua candidatura com os seguintes documentos:

a) Fotocópia simples do Passaporte ou do Bilhete de Identidade estrangeiro;
b) Declaração, sob compromisso de honra, de que o candidato não tem nacionalidade portuguesa nem está abrangido por nenhuma das condições que, de acordo com o Estatuto do Estudante Internacional, não lhe confiram a condição de Estudante Internacional;
c) Documento comprovativo da conclusão do ensino secundário português ou equivalente, ou, se a qualificação académica não corresponder ao ensino secundário português, documento comprovativo de que ela faculta, no país em que foi obtida, o acesso ao ensino superior, devidamente validado pela entidade competente desse país, nos termos do n.º 2 do artigo 2.º do Despacho n.º 750/2016, de 15 de janeiro;
d) Documentos comprovativos de:

i) Classificação final no ensino secundário português, ou equivalente, indicando qual a escala de classificação em que é expressa;
ii) Qualificação académica de acordo com os n.os 2 a 5 do artigo 4º, do Despacho n.º 8175-B/2014, publicado na 2ª série do DR nº 118, de 23 de junho, que se transcreve:
“2 — Quando o candidato é titular de curso de ensino secundário português, essa demonstração corresponde à aprovação nas provas de ingresso definidas para esse ciclo de estudo no ano de ingresso, conforme publicitado pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) do Governo Português.
3 — As provas de ingresso usadas para a candidatura deverão ser realizadas no ano civil ou nos três anos civis anteriores ao da candidatura.
4 — Para candidatos provenientes de sistemas de ensino estrangeiro em que seja aplicável o disposto no artigo 20.º -A do Decreto – Lei n.º 296-A/98, de 25 de setembro, essa demonstração tem como base a homologia com as provas definidas no n.º 2.
5 — Quando o candidato é titular de curso para o qual não é aplicável o disposto nos n.os 2 e 4, deverá apresentar documentação que permita comprovar que, na sua formação escolar, obteve aprovação nas componentes curriculares que integram os conhecimentos abrangidos pelas provas definidas no n.º 2.”

e) Diploma DEPLE ou Diploma DIPLE, ou certificado B1 ou B2 emitido por uma Escola da ULisboa, ou declaração do nível B1 de domínio da língua e cultura portuguesa, sempre que o candidato não tenha frequentado o ensino secundário em língua portuguesa.

Nota: Todos os documentos estrangeiros devem ser visados pelo serviço consular português ou apresentados com a aposição da Apostilha de Haia pela autoridade competente do Estado de onde é originário o documento e, sempre que não forem emitidos em português, inglês, francês ou espanhol devem ser traduzidos para um destes idiomas.

5.3. O emolumento a pagar pela candidatura é de 60,00€ (sessenta euros) não havendo lugar à sua devolução, caso o candidato seja excluído ou não seja selecionado.

5.4 São liminarmente excluídas as candidaturas que não estejam instruídas com todos os documentos e elementos indicados, bem como as que forem apresentadas fora dos prazos de candidatura ou não tenham saldado a taxa de candidatura antes do processo de seriação.

As candidaturas são feitas online

 Se é ou foi aluno da Faculdade de Psicologia deve submeter a sua candidatura através deste link

 Se precisar de recuperar credenciais campus selecione faça-o aqui

 Se nunca foi aluno da Faculdade de Psicologia deve submeter a suacandidatura através deste link

6.1. A seleção dos candidatos será feita mediante apreciação curricular, por um júri designado pelo Presidente do Conselho Científico.

6.2. Sem prejuízo do disposto no número 6.3, os critérios de seriação a aplicar são os seguintes:

a) Média final do ensino secundário ou equivalente;
b) Média das classificações obtidas em duas das seguintes disciplinas: Língua Portuguesa, Biologia, Matemática ou equivalentes, aprovadas no ano mais avançado do ensino secundário;
c) O processo de seriação será realizado com base na seguinte fórmula:

(Média das notas das disciplinas* do ensino secundário + Média final do ensino secundário)/2
* Disciplinas referidas na alínea b) do ponto 6.2

6.3 Para os candidatos titulares do ensino médio brasileiro, são adotados os seguintes critérios de seriação:

a) Média das notas obtidas em duas das seguintes disciplinas: Língua Portuguesa, Biologia, Matemática ou equivalentes, aprovadas no ano mais avançado do Ensino Médio;
b) Média das classificações obtidas nas áreas de (i) Ciências Humanas e suas Tecnologias e (ii) Linguagens, Códigos e suas Tecnologias do ENEM ou no Vestibular;
c) O processo de seriação será realizado com base na seguinte fórmula:

(Média das notas das disciplinas** do ensino médio + Média das notas do ENEM ou do Vestibular)/2
** Disciplinas referidas na alínea a) do ponto 6.3

6.4. Todas as classificações que não estejam expressas numa escala de aprovação de 100 a 200 serão convertidas proporcionalmente para essa escala.

6.5. Sempre que dois ou mais candidatos em situação de empate disputem o último lugar, são criadas vagas adicionais.

6.6. A classificação mínima de candidatura para o ciclo de estudos é de 100 pontos.

Primeira fase:
1. Período de candidatura: de 1 de fevereiro a 22 de março de 2019;
2. Divulgação dos resultados: 10 de abril de 2019;
3. Matrícula e inscrição: de 10 a 30 de abril de 2019;
4. Eventual colocação de suplentes: de 2 a 8 de maio de 2019;
5. Divulgação de vagas sobrantes: 13 de maio de 2019.

Segunda fase:
1. Período de candidatura: de 14 de maio a 28 de junho de 2019;
2. Divulgação dos resultados: 19 julho de 2019;
3. Matrícula e inscrição: de 19 de julho a 31 de julho de 2019;
4. Eventual colocação de suplentes: de 02 a 07 de agosto de 2019;
5. Divulgação de vagas sobrantes: 12 de agosto de 2019.

Terceira fase:
1. Período de candidatura: de 18 de agosto a 04 de setembro de 2019;
2. Divulgação dos resultados: 13 de setembro de 2019;
3. Matrícula e inscrição: de 16 a 20 de setembro de 2019;
4. Eventual colocação de suplentes: 23 a 28 de setembro de 2019;

[nota: A 2ª e 3ª fases de candidatura só serão abertas se restarem vagas por preencher na fase anterior.]

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FAQ's

Quem pode candidatar-se às vagas de estudante internacional de cursos de licenciatura ou mestrados integrados?

Podem candidatar-se aos Concursos Especiais para Estudantes Internacionais os candidatos que:

• não tenham nacionalidade portuguesa;
• não sejam nacionais de um Estado membro da União Europeia;
• não vivam legalmente em Portugal há mais de dois anos seguidos, contados até ao dia 1 de janeiro do ano em que querem candidatar ao ensino superior;
• não sejam familiares de portugueses ou de nacionais de um Estado membro da União Europeia;
• não beneficiem do estatuto de igualdade de direitos e deveres atribuído por algum tratado internacional assinado por Portugal e pelo país de onde são nacionais, a 1 de janeiro do ano que pretendem ingressar no ensino superior.

Quem ingressa pelo regime de estudante internacional pode posteriormente alterar a sua qualidade de estudante?

O estudante que ingresse ao abrigo do disposto no regulamento do Estudante Internacional mantém a qualidade de estudante internacional até ao final do curso em que se inscrever inicialmente ou para o qual transite.
Excetuam-se apenas os estudantes internacionais que entretanto adquiram a nacionalidade de um estado membro da União Europeia no decorrer do curso, aplicando-se apenas no ano letivo seguinte.

Sendo Estudante Internacional como me posso candidatar ao ciclo de Mestrado Integrado em Psicologia?

Enquanto Estudante Internacional pode candidatar-se de duas formas:

Através do Concurso Especial de Acesso e Ingresso para Estudantes Internacionais – Caso tenha o Ensino secundário ou equivalente completo, com as condições previstas nas informações que constam da presente página;

Através do Concurso Especial de Mudança de Par Instituição/Curso – caso esteja a frequentar ou frequentou o ensino superior, sem o ter concluído, com as condições previstas nas informações que constam do link: AQUI
(As candidaturas geralmente têm inicio em junho/julho)

Quais as condições de ingresso ao Concurso Especial de Acesso e Ingresso para Estudantes Internacionais?

Os candidatos concorrem com as habilitações que no seu país de origem lhes permitiria aceder ao ensino superior. Em qualquer caso, devem demonstrar que tiveram aprovação nas matérias específicas do Mestrado Integrado em Psicologia (duas das seguintes: Biologia, Matemática, Português), ou através dos exames finais, quando existam, ou através da frequência com aprovação das disciplinas correspondentes nos seus planos de estudos.

Qual a validade das provas de ingresso?

As provas ENEM, Vestibular ou outras válidas para candidatura são as realizadas no ano ou nos três anos anteriores à da candidatura. Assim para 2019/20 são válidas provas de 2019, 2018, 2017 ou 2016.

Sendo Estudante Internacional e titular de um curso superior estrangeiro como posso ingressar, tendo em conta que as minhas provas de acesso já não estão válidas?

Terá de realizar o ENEM caso esteja no Brasil ou candidatar-se às provas de ingresso fixadas para o curso, no âmbito do regime geral de acesso, através da Direção Geral do Ensino Superior.

Em que altura devo apresentar a minha candidatura como Estudante Internacional?

Deve consultar o Edital que está disponível na Internet para informação de datas e vagas disponíveis para cada fase de candidatura. No mesmo edital também encontra a documentação necessária e condições de ingresso. Habitualmente as candidaturas para o Concurso Especial de Acesso e Ingresso para EI iniciam-se a partir de fevereiro.

Sendo Brasileiro com nacionalidade Europeia, Titular de um Curso Superior (Licenciatura) em outra área como posso ingressar no Mestrado Integrado em Psicologia?

Pode candidatar-se através do Concurso Especial de Mudança de Par Instituição/Curso – caso esteja a frequentar ou frequentou o ensino superior, sem o ter concluído, com as condições previstas ou através dos Concursos Especiais para Titulares de um curso superior.
Estes dois concursos seguem os calendários da Reitoria, sendo o período de candidaturas de julho a agosto e a divulgação de resultados em meados de setembro.

A documentação apresentada tem ser original? Como poderei entregar comprovativos se as candidaturas se fazem on-line?

Todos os documentos serão submetidos em formato digital, no Portal Fénix para efeitos de instrução e apreciação da candidatura. Posteriormente, caso seja admitido, no ato da matrícula, deverão ser apresentados os respetivos originais ou cópias autenticadas.
Sob pena de exclusão, os documentos estrangeiros devem ser visados pelo serviço consular português ou apresentados com a aposição da Apostilha de Haia pela autoridade competente do Estado de onde é originário o documento e, sempre que não forem emitidos em português, inglês, francês ou espanhol devem ser traduzidos por um tradutor oficial para um destes idiomas.

Para que é necessária a “Escala utilizada na classificação do Ensino Médio”?

No Brasil, no Ensino médio, se a avaliação é positiva, as escalas existentes são de 04 a 10, de 05 a 10, de 06 a 10 ou ainda de 07 a 10.
Atendendo à existência de várias escalas, necessitamos obter a escala utilizada pela instituição de ensino onde o estudante realizou o Ensino Médio, para que o júri consiga converter proporcionalmente para a escala de aprovação de 100 a 200, de acordo com a Portaria n.º 699/2006, de 12 de julho, e possa então seriar os estudantes. Caso o estudante, no documento com as avaliações do Ensino Médio, não tenha a indicação da escala utilizada a candidatura é excluída por não haver forma de calcular a nota de ingresso.

Quais os valores a pagar na candidatura?

O emolumento a pagar pela candidatura é de 60,00€ (sessenta euros), podendo ser pago através de referência MB, opção “Pagamento online” (cartão de crédito) no Fénix ou ainda presencialmente na Tesouraria da FPULisboa. Não há lugar à devolução da taxa de candidatura caso o candidato seja excluído ou não seja selecionado. São liminarmente excluídas as candidaturas que não tenham saldado a taxa de candidatura na data limite de candidatura.

Como sei que estou admitido?

A lista será publicada na página da Faculdade de Psicologia, na data definida no edital para afixação de resultados.

Qual o valor a pagar de Propinas?

O valor da propina anual para o ano letivo de 2019/2020 é de 5000,00 € (cinco mil euros), acrescido do seguro escolar, podendo ser pago através de referência MB, opção “Pagamento online” (cartão de crédito) no Fénix ou ainda presencialmente na Tesouraria da FPULisboa.
No ato da matrícula e inscrição é saldado obrigatoriamente 30% do valor total da propina, que corresponde a 1500,00 € (mil e quinhentos euros). Mesmo em caso de desistência não há lugar à devolução deste valor.
O restante valor da propina poderá ser paga integralmente ou em prestações, em datas a definir. Em caso de desistência de estudos, devidamente formalizada, o estudante só fica desobrigado do pagamento das prestações da taxa anual de frequência (propina) que ainda não tenham vencido à data do pedido de anulação.

Para mais informações:
Joana Lopes | estudanteinternacionalfp@psicologia.ulisboa.pt

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